A reforma da previdência: uma das bandeiras do Governo Temer

A reforma previdenciária está levando o Brasil ao caos. Basicamente todos os brasileiros são contra tal medida, que atinge sua dignidade.
 
Tal reforma deveria ser pensada e discutida com a sociedade, a começar pelos novos contribuintes  ao invés de jogar o peso da má gestão política brasileira em cima dos aposentados, pensionistas, idosos e trabalhadores que estão na ativa já recolhendo e cumprindo com sua obrigação previdenciária. 
 
Com enorme rejeição ao teor de seu projeto, a reforma da previdência é forte e legítimo motivo  para  levar os aposentados, pensonistas a participarem das manifestações nas ruas contra a corrupção e a retirada de seus direitos. 
 

E, por estar sendo pressionado pela baixa popularidade, o presidente Michel Temer (PMDB) já gastou R$ 100 milhões neste ano com uma campanha publicitária para defender a necessidade da reforma da Previdência ....  um reforma que, como já foi dito,  ninguém quer, ninguém concorda. O valor crescente utilizado nestas campanhas, poderia ser investido em ajustes na Previdência, em plano de cobrança daqueles que devem milhões ao INSS.

 

Estes dados, disponíveis através da Lei de Acesso à Informação  do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle,  mostra que já foi gasto quase duas vezes mais  do previsto com a Campanha que não deslancha.

 

Temer,  segundo pesquisa realizada em junho deste ano pelo Datafolha conta com apenas 7% de aprovação da população  - a menor marca já registrada em 28 anos.

 
E nesse cenário de popularidade ínfima do Presidente Temer, a CPI da Previdência caminha mostrando que falta  gestão, e cobrança dos inadimplentes com o INSS. E mostrando ainda, deputados federais e senadores associados à empresas que devem um montante de R$ 372 milhões ao INSS.  
 
Essa reforma, bem como a trabalhista, mostra na sua proposição um Brasil de poucos uma vez que elas vêm atingir os pequenos, os aposentados e pensionistas,  deixando de fora poucos que recebem muito.
 
A luta continua, pois a luta não se aposenta. 2018 deve ser um ano de resposta nas urnas.