O Brasil necessita de um Estado que promova o bem-estar social

Por Maurício Oliveira – Assessor econômico

 

O Brasil já experimentou as duas principais formas de Estado: O Estado mínimo, aquele que somente prioriza o mercado e o setor privado, e o Estado interventor, aquele que busca dirigir os rumos da economia de maneira mais forte.

Entretanto, é possível desenvolver outra forma de Estado, um caminho do meio: o Estado do Bem-Estar social. Um Estado que regule o mercado visando mais a planificação da economia e os resultados eficientes das políticas sociais.

Um dos principais resultados positivos dessa forma de Estado é o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede o nível social da população de um país, como por exemplo, a saúde, a educação e a segurança.

Para construir um desenvolvimento sustentável de uma nação é fundamental que os indicadores sociais cresçam e se reproduzam nas condições de bem-estar da população. É preciso melhorar os serviços públicos e valorizar a Previdência Social, seus aposentados, pensionistas e idosos.

O melhor atendimento da população depende de como é administrado o dinheiro público, ou seja, de como as receitas e as despesas do governo são geridas. É necessário reverter as prioridades orçamentárias com vistas a ampliar o alcance das políticas sociais.